depoimentos

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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 Camila Longuini

Oi, meu nome é Camila e sou professora de costura e modelagem. Mudei para São Paulo em fevereiro de 2017 e desde então uso a RedeDots para divulgar aulas e encontrar novos alunos. Como não conhecia ninguém em SP, fui indicada por um amigo para entrar na rede e me conectar com outras pessoas. Deu muito certo! Conheci pessoas incríveis e continuo me deparando com serviços e oportunidades a cada post.

No começo eu fiz divulgação para aula em domicílio pois não tinha um espaço físico para receber o pessoal, no entanto, a procura começou a aumentar e comecei a pesquisar no grupo alguns anúncios de salas comerciais a fim de montar um ateliê. Deu certo mais uma vez! Uma pessoa divulgou no grupo que estava disponível um espaço no conjunto comercial e lá fui eu, encontrar novamente pessoas legais.

Hoje o Ateliê Ponto Criativo recebe pessoas da capital e cidade vizinhas, inclusive de outros estados. O trabalho de pesquisa e divulgação no grupo continua, gente querendo aprender ou precisando de indicações sempre aparece. É uma troca de experiência e chances que não acabam, ainda bem! Sucesso aos membros, sucesso a RedeDots!"

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Marina Borrasca Caran-dina

Eu entrei na RedeDots através de um amigo, Lucas, da Cheiro Verde. Admito que ainda não tinha ouvido falar. A primeira vez que mandei uma publicação ela não foi aceita, porque não era tão pessoal. A princípio não entendi, eu queria só falar sobre meu trabalho. Depois percebi que a RedeDots conecta pessoas que não estavam contentes com a forma como as coisas acontecem no mundo e resolveram se lançar com boas energias, trabalhos muito bem feitos e com a crença em um mundo melhor através de nós mesmos. E isso tem mudado a vida das pessoas, pelo que tenho acompanhado. Eu recebi várias mensagens e comentários positivos, pessoas interessadas em fazer parcerias comigo e conhecer meu trabalho. Parabéns pela iniciativa de vocês e pela ideia maravilhosa de ligar os pontos

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Rony Cácio

Considero-me um típico brasileiro da membrana, núcleo, citoplasma até o osso. Sou quem acredita que é 'impossível ser feliz sozinho' e por isso creio no outro e nesse grande grupo que é a RedeDots, que motiva, dá força, estimula e apoia. Daqueles bricoleur - faz tudo - que não tem dias de vida, mas que dá vida aos dias. Que queima a esperança de segundos melhores, com mais humanismo. Acreditando que liberdade é depender cada vez menos da indústria, aprendi a costurar, bordar, tapiocar, cozinhar, parodiar, teatrar, poemar, plantar, colher, ter paciência, empatia, simpatia, respeito, carinho, levar alegria e palavras de esperança a cada ser que encontrar e amar da cabeça aos pés. Pois como ensinou mamãe o importante não é uma profissão. Mas ser prestimoso prestar para alguma coisa. Para fazer uma faxina, prestar pra ser um bom amigo, prestar para se adaptar e evoluir. Cada ser com seu brilho, potencial, perfeito e único naquilo que sabe fazer.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Karem Lis 

Depois de muito sofrimento, mudanças radicais e uma enorme reflexão de vida, posso olhar para os dois últimos anos com muito orgulho e sem dúvida muitos daqui fazem parte da nossa jornada. Quando escrevemos nosso primeiro post na rede jamais imaginávamos a quantidade de encomendas que teríamos. Foi um ato de desespero e ao mesmo tempo uma tentativa de nos apoiar em algo. Surpreendentemente o Whatshapp não parou de tocar na Casa de Lis, empanadas argentinas com gostinho de Brasil. O lugar de sofrimento deu espaço para a cozinha cheia de esperança. De lá pra cá, aqui estamos até hoje, com os pés no chão, firmes e com a certeza de um caminho prospero.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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 Aline Tolentino

Sou terapeuta, de Porto Alegre, tenho formação em Fisioterapia, Pilates, especialização em acupuntura, pós em Medicina Tradicional Chinesa e faço vivências tradicionais indígenas. Quando fiz meu primeiro post no grupo e tive uma boa repercussão do meu trabalho com o cone chinês, comprei as passagens pra São Paulo e refiz a postagem, a fim de organizar a agenda. Então passei uma semana atendendo aí e pretendo voltar nos próximos meses. Foi uma experiência deliciosa, além de levar minhas terapias para as pessoas que precisam, ainda pude explorar a cidade, que até então só conhecia como turista. Juntar o meu trabalho e a aventura de explorar a selva de pedra sozinha, com a ajuda do google maps, da minha prima, que me hospeda e ajuda a entender os itinerários, e das pessoas que encontro, sempre super gentis e dispostas a me ajudar a encontrar o meu caminho! Há algum tempo que tinha a idéia de atender em outras cidades e o dots foi o canal para encontrar os clientes para poder realizar essa aventura. espero poder contar com o grupo nos próximos meses e que o dots se espalhe pelo Brasil e continue unindo as pessoas nessa corrente positiva de prosperidade e solidariedade! Muito obrigada Kuki, por essa iniciativa maravilhosa!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Gianna
Borges

Adoro o dots e de alguma maneira fiquei mais GENEROSA depois dele. Sempre gostei de fazer doações pra ajudar, mas sempre fui uma pessoa desconfiada com relação a isso. Fazia doações que vinham buscar no meu trabalho e depois de muito tempo descobri que era uma fraude. Conheci o Leonardo através do dots. Ele pedia doação de coletes para meninos jogarem futebol. pudia ser usado. Bom depois de alguns contatos fiz uma compra pela internet dos coletes com outros artigos de futebol e mandei entregar em Cruzília, Minas Gerais. Ele fez um post me agradecendo que foi o máximo. Fiquei encantada. As crianças agradecendo por uma coisa que foi tão pequena. Mas me fez muito feliz. Desde então, procuro ajudar a todos. Nas mais diferentes formas, dou um jeito. Tenho confiança de que quem esta pedindo é serio e comprometido com o que pede. Não estou sendo enganada estou realmente ajudando. É isso, foi assim que começou minha historia no dots. Só pra completar também fiz uma festa de aniversario para minha sogra (80anos) com um Chef que conheci no dots. Muito obrigada.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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 Gisele
Menon

Minha história ainda não está finalizada,  mas pode inspirar outras pessoas. Me formei em comunicação social, fiz pós-graduação em mkt e de repente fiquei desempregada.  Amarguei anos deprimida e sem forças para dar a volta por cima. Até que decidi correr atrás de um sonho do passado: ser dubladora e locutora.  Fiz curso de teatro para tirar o DRT,  registro necessário para trabalhar na área,  e me encantei com os palcos e a arte de atuar. Só que ano passado parei tudo,  já formada, porque minha mãe caiu e fraturou o fêmur; teve que operar e enfim.... Me internei com ela no hospital e até que ela ficasse boa,  todas as oportunidades passaram... estava me sentindo muito mal, sem conseguir retornar para os palcos e sem dinheiro para investir no curso de dublagem. Comecei a entrar em depressão e sem vontade de buscar meu objetivo quando conheci nosso grupo, dots. Lendo os posts das pessoas, gente que também sofre com o pesadelo do desemprego, o carinho, a ajuda mútua,  tudo isso aqueceu de novo meu coração e me coloquei em movimento na ajuda do pessoal que perdeu tudo no incêndio da Paraisópolis.  Fui resgatada do marasmo e falta de forças, pelo grupo. Ainda não consegui entrar em uma cia de teatro, mas estou a caminho porque tenho ido atrás com outra energia. Fico motivada com os exemplos das pessoas que deram a volta por cima, abrindo um novo negócio,  e principalmente com o seu exemplo, Kuki Bailly, que se colocou na frente do computador e transformou nossas vidas,  nos unindo nessa corrente do bem. Hoje não me sinto tão só, e sei que existem pessoas boas que se ajudam.  Me identifico nesse amor universal que emana de cada membro desse grupo querido. Um abraço apertado.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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 Karina Abud

Publiquei no dots minha história de ex-profissão dedicada a vender muita roupa para minha atual profissão, dedicada a ensinar homens e mulheres a consumir pouca roupa e a produzir menos lixo. Ofereci meus serviços e pedi contato de ongs que aceitam doação de roupas que retiro do guarda-roupa de clientes que não precisam mais delas. O resultado? Mais clientes para o meu negócio, uma lista recheada de ongs que, em breve, receberão um montão de roupas, criação de um pacote especial para quem quer só doar roupa, o incentivo de muita gente para continuar a trilhar esse meu trabalho no meio da crise e uma consultora de estilo pessoal feliz da vida!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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— Leidiane Silva

Faz uns três meses que uma amiga me adicionou no dots, sabendo como ela se comporta com redes sociais eu logo imaginei que não fosse um grupo comum, então aceitei o convite e realmente me surpreendi. Me apresentei e interagi com muitas pessoas logo de inicio, pois eu tinha tempo pra fazer isso, estava sem trabalhos no meu Ateliê, trabalhos como Designer e as chances de achar um emprego fraquíssimas, confesso que eu estava em uma fase bem difícil e com a auto estima lá embaixo. Foi ai que com a pouca interação que tive no grupo, tudo começou a mudar. Comecei a receber pedidos de orçamento, apareceram trabalhos pequenos, parcerias, ideias, um futuro plano para um projeto incrível e todos esses pontinhos foram me dando uma dose de animo e trazendo a confiança no meu negócio novamente, tanto que até mesmo fora do dots começaram a aparecer vários trabalhos e hoje estou me recuperando, conseguindo pagar minhas contas e cada dia mais achando esse grupo sensacional.
Tenho apenas que agradecer a você por não ter guardado esta ideia do grupo e hoje trazer tantas conexões.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Mônica Vendra-mini

Fui convidada pela Kuki Bailly, logo no início do dots, até participei da sugestão do nome dots (votei por dots). Achei a idéia da Kuki genial, pois além de acalentadora, foi uma idéia que chegou num momento crucial de crise econômica no país. Eu sou fotógrafa, trabalhei anos como fotojornalista,  viajei muito pelo Brasil e fora dele também, mas o ano passado começamos a entrar numa crise " braba" quando a Kuki surgiu com a idéia do dots. Eu abracei  "a  causa do dots" e não larguei mais :))  No começo eu ajudei o grupo sugerindo profissionais para os pedidos que íam surgindo na rede. E depois de um mês, me apresentei.
Já postei algumas mensagens sobre a galeria de fotografia que tenho em S. Paulo. No momento a galeria está sem espaço físico, mas através do dots eu já consegui aumentar meu mailing de interessados em fotografias, já consegui contatos de importantes fornecedores de diversos setores, já conectei pessoas, já indiquei profissionais ...enfim já vi diversas trocas acontecer por aqui. Muito bom estar nesse grupo. Tomara que essa rede de conexões não pare nunca.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Roberta
Peche

Eu fui indicada ao dots porque precisava de emprego, uma necessidade que me acompanha bem antes da alarmada crise econômica. Não cheguei a me apresentar ou a pedir ajuda, o que aconteceu foi uma sensação de acolhimento e conforto por descobrir pessoas tão amáveis, fortes, que estão mudando suas vidas e tentando uma forma de economia criativa . Encontrei gente que também precisa de ajuda mas que como eu, está muito mais disposta a ajudar. É um alívio saber que neste mundo tão louco, cheio de competição, ódio e incoerência, existam pessoas altruístas e cheias de compaixão. Tenho vontade de indicar o grupo para todos que conheço e assim imaginar que possamos contagiar muita gente!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Cris Ramalho

Sou a Cris Ramalho, jornalista, e fiz um roteiro de uma série de TV sobre o livro História da Alimentação no Brasil, do Câmara Cascudo. O roteiro - o primeiro que já fiz na vida — ganhou um prêmio (oba!) do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) e começou a virar série pela produtora Heco, de cinema. Já acompanhava o dots e o trabalho incrível dos dotsters (fui adicionada à rede quase no começo, pela minha amiga Daniela Santilli), e resolvi pedir mais sugestões de possíveis entrevistados para a série. Foi incrível: quase na hora em que postei meu pedido, recebi dezenas de sugestões, além de muitos comentários bacanas, dando parabéns, mostrando interesse, gente que eu não conheceria de outra forma estava na rede, torcendo por mim. Acabamos marcando entrevistas com várias das pessoas indicadas, as gravações ainda estão acontecendo, e foi realmente muito útil, bacana, retorno incrível. Também sempre que posso indico pessoas ou lugares para quem pede em posts. E já colaborei com ações do Dots Guardians (doei roupas para as pessoas de Paraisópolis e agora dinheiro para a campanha de cobertores para quem vive nas ruas). Já me animo a fazer mais coisas só de ler os posts de tanta gente boa, tantas iniciativas sensacionais, tantas repostas positivas. Só posso agradecer ter sido incluída na rede.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Thelma
Penteado
e Nininha
Campe-delli

A Le Diable nasceu dentro do Dots e achamos até que por causa dele. Eu e minha sócia Nininha Campedelli, entramos lá no comecinho na rede e ficávamos muito quietinhas observando aquele monte de gente bacana contando as coisas legais q faziam.
E nós fazíamos o que? 50 anos, saindo dos casamentos, ela da venda de um negocio de 20 anos eu de uma vida de dona de casa, os diplomas embolorados...nem coragem pra nos apresentar tínhamos.
Paralelo a isso rolava umas incursões pelo mercado dos Sex Shops. Fomos a varias lojas, às feiras eróticas, lemos muito a respeito. Tínhamos vontade de entrar no segmento mas nem ideia de por onde começar, nem dinheiro.
Foi quando o Dots fez uma parceria com o Mercado das Madalenas em Nov/2015 e abriram pra novos expositores que vimos a nossa chance. Em 1 mês criamos a marca, adquirimos os produtos e estreamos nas Madalenas. Sucesso total!
Seguimos ha um ano com a Le Diable, com o Dots e com as Madalenas, levando um pouco de conhecimento e diversão pra vida das mulheres q são como nós.
É lindo ver como a rede funciona, como muitas parcerias de valor são criadas e quanta coisa bacana acontece ali dentro.
Lindo ver também o trabalho árduo dos administradores e de nossa Síndica Kuki pra manter a casa em ordem!
Acho q é isso...muito amor envolvido!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Adriana
Calabró

Tá, eu sou só um pontinho no universo. E quer saber? Isso nunca foi tão bom. Porque eu sou um ponto no meio de tantos outros pontos, que formam uma rede, ou melhor, um véu que cobre as feiuras do mundo e me deixa flanar pela vida. Não é questão de alienação, é justamente o contrário. Estar em um grupo colaborativo é a resposta, talvez a única resposta, para os egoísmos monolíticos, as avalanches conservadoras, os tsunamis reacionários. Ser um pontinho no dots é uma honra porque em menos de um ano eu já me conectei com um ponto na Vila Madá (a empresa incrível em que trabalho), um ponto lá no campo (a comida orgânica que está no meu prato), um ponto no meu sofá (sim, um incrível tapeceiro), ah, tem uma saia de "petit pois" também, pois até uma figurinista eu achei no dots. O que mais dizer de tantos encontros felizes que tecem o dia a dia de um pessoa comum que se dá conta que tem milhares de possibilidades nas mãos? Esse é o ponto! Esse é o mood do dots e é com ele que eu quero tocar a vida!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Andreia
Souza
Jenkins

A gente reclama da over exposição que mídias sociais como o FB provocam, mas fato é que essa ferramenta de relacionamento é encantadora… 
Há cerca de 6 meses atrás, entrei no meu FB e vi diversas publicações muito especiais de um grupo chamado DOTS. Sim, eu não fazia a menor ideia do que se tratava, pois a amiga que me adicionou não me avisou que iria fazê-lo.
Passei, então a acompanhar os posts dos dotsters, diariamente, ENCANTADA!
Demorei um tempo, envergonhada em me apresentar à rede, até que um dia vi um post que mexeu profundamente comigo. Era uma Dotster, a Milena Fratelli, contando sobre o lindo trabalho que ela faz, de registro fotográfico da infância das crianças de um abrigo onde ela
era voluntária. Ela pedia contribuição para comprar uma câmera para uma adolescente fazer um curso de fotografia. Ela, simplesmente, fazia o que sempre quis fazer. Contribuí na hora e entrei em contato com a Milena para nos conhecermos e entender como poderíamos trabalhar juntas. Quando a conheci, a conexão foi imediata! Juntas montamos alguns projetos, que ainda não conseguimos captar patrocínio por conta desta baita confusão que está sendo 2016, mas viramos amigas. Melhores amigas-parceiras. Num ano como esse, a rede Dots fez toda a diferença! Me animo a ver tantas pessoas pensando e agindo diferente. Começo a acreditar que essa crise faz algum sentido e que vamos sair dessa muito melhores.
Obrigada à Dots por dar incentivo à conexão, troca de ideias e, acima de tudo, motivação pra gente segurar 2016 pelos cabelos, acreditando que existe luz e ela não está no fim do túnel.
Ela está exatamente aqui, agora.
Love Dots! <3

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Beth Klock

 

Trabalho desde os meus 18 anos e no primeiro dia do trabalho que passei sem emprego, sem trabalho algum (e lá se vão 44 anos de trabalho!) entrei aqui no grupo, li uma mensagem reconfortante da Kuki Bailly e até reformulei meu ‘bom dia’ costumeiro. Acreditei que aquele seria o dia da mudança de trabalho para mim. Fui publicitária, fui jornalista durante anos, mas acho que as duas atividades fizeram parte da minha vida, não fazem mais. Há pouco menos de dois anos perdi a minha mãe, e durante a sua enfermidade comecei a pintar. Ela se foi mas me deixou uma nova atividade, um trabalho que ainda não me dá o sustento, mas me faz feliz. Neste grupo encontrei acolhida e alguém para me ajudar a dar mais um passo - o Josue Favalle com o seu trabalho, eu com o meu. E é assim, com um passo após o outro, apoiados em pessoas do bem, que seguimos na nossa jornada.

O que eu quero dizer, é que a RedeDots me impulsionou a virar a página definitivamente, e agora passo a escrever uma nova história para a minha vida, aos 62 anos, num momento de crise aguda que não poupa nada e nem ninguém. Quando se pretende fazer o que gosta para tornar a vida das pessoas mais bonita, o resultado é encontrar outras pessoas com o mesmo propósito. Eu só tenho que agradecer!”

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Jina Bahi

Fui executiva de mercado financeiro e gestora de várias escolas preparatórias para Carreira Jurídica e Exame da OAB. Após 38 anos e considerada ‘velha’ demais para seguir trabalhando no mesmo grupo por 25 anos, deparei-me aos 55 anos, sem ter o quê fazer. Muito, mas muito estranho para quem trabalha desde os 17 anos, ininterruptos. Sem nenhum planejamento, minha sobrinha pediu-me um kibe crú, para um encontro no condomínio e subiu ao apartamento, para montar a página da #brimadino no Facebook, foi um estalo de sucesso! Na mesma semana, outro amigo pediu um jantar árabe e fui adicionada ao grupo RedeDots. Relutante, pois não era cozinheira profissional. Mas desde pequena, apaixonada pelo cozinha, sem nunca ter o tempo desejado, foram entrando meus primeiros pedidos.

A princípio, os vizinhos do condomínio e os Dosters, um falando ao outro… E, então, o primeiro Bazar do Dots Market. Puxa! Voltei ao trabalho! Voltei a me sentir "útil" e produtiva.

E mais, me realizando em desempenhar minha grande paixão: cozinhar. Meu Deus! Que sensação maravilhosa é, servir. O hobby virou fonte de renda, fez com que voltasse a me redescobrir. Fiquei apaixonada! Gratidão?? Muuuiittaaaa! A RedeDots, devolveu-me a gana de acordar e ter o quê fazer. Com orgulho digo hoje: SOU COZINHEIRA CASEIRA DE COMIDA ÁRABE! Por que árabe? Ora… Porque sou nascida e criada em Alepo/ Síria e é a nossa comida diária! Obrigada Kuki Bailly. Você com a RedeDots devolveu-me ao mercado de trabalho!! Beijos cheios de orgulho

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Annete

Trabalhei 35 anos na empresa da família no qual era tudo e mais um pouco e com uma oferta irrecusável, vendemos. A minha única pergunta era, e agora? O que vou fazer? Mas graças a Deus como digo quando vc está aberta tudo vem ao seu favor e apareceu a oportunidade do palmito In natura. Como achei o produto delicioso resolvi apostar. Coloquei nas redes sociais e deu certo. Apareceram alguns grupos mas o dots foi que mais me encantei pois acho que a vida é uma troca. Postei fotos como uma grande ajuda sua porque não sou muito boa redatora e deu super certo! Os restaurantes, as pessoas me mandando mensagens, meu inbox bombou! E continua bombando. Vejo um crescimento cada dia maior. O mais legal que as pessoas mandam fotos e comentários depois que fazem e comem o palmito. Fico super feliz. Obrigada